
Grande André Dahmer. Essa ilustração não é inédita, mas cai como uma luva. Agora só falta se juntarem ao Toninho Malvadeza os senhores Sarney, Barbalho, Roriz, Lula, Quércia, Collor... Putz, a lista é imensa. Mas a cada um desses patifes que se vai, menos pior fica essa terra.
Só pra constar: engraçado como viram santos depois que morrem, né?
É verdade!!
ResponderExcluirTem tanto cafajeste que deveria estar ardendo no inferno e que esta ai se locupletando com nosso suor e nossa dor.
Sil
Ótima tira, a mais pura verdade.
ResponderExcluirUm fiel retrato do Brasil.
É pessoal. Pelo menos em termos de fornecimento de material humorístico os políticos brasileiros são excepcionais.
ResponderExcluirPrimeiro, vamos aos méritos dele: ACM realmente tirou a Bahia de um atraso secular e transformou-a de um estado rural para um pólo industrial que causa incômodos aos privilegiados SP e RJ. Não era Jesus Cristo, mas, teve sua cota de boas ações junto às populações mais carentes.
ResponderExcluirPor outro lado, dificilmente a palavra "coronel" encontrará personificação mais adequada. Truculento, mandão, egoísta, vingativo, desonesto, corrupto e corruptor. Não se deve desejar a morte de ninguém, mas, o Brasil em geral e a Bahia em particular vão ficar bem melhores sem ele.
Marlo, ele até pode ter méritos, mas fico imaginando qual foi o preço que a Bahia pagou por essa modernização.
ResponderExcluirEntendo perfeitamente que não devemos desejar a morte de ninguém. Porém não me incomodo de desejar isso àqueles que ocupam cargos públicos, que corrompem e são corrompidos. Esses homens são responsáveis pela morte de milhares de pessoas, não devemos nos esquecer disso. A cada centavo desviado, o país perde um leito de hospital, uma vaga em escola pública, um emprego. A morte de corruptos é uma das poucas ocasiões onde os fins justificam os meios. Como sabem que podem escapar ilesos e fazer uso do dinheiro surrupiado, não se incomodam em agir como vêm agindo há décadas no Brasil.