sexta-feira, 25 de maio de 2007

Consumidor sincero

Não lembro de ter comentado nem aqui nem na Era sobre a minha preferência por esta ou aquela marca de veículos. Eu tenho uma leve tendência a preferir carros da GM e da FIAT (justiça seja feita, os caras evoluíram uma barbaridade). Mas uma marca que eu não tenho a intenção de adquirir é Volskwagen.

Motivos pra isso? Bom, tivemos alguns carros da marca aqui em casa e nenhum deles era digno de ser chamado de "um bom veículo". Por mais que se diga que sua mecânica é uma das melhores, nem isso é válido mais. Em recente pesquisa nas oficinas mecânicas de várias cidades do país, a Volks ficou muito aquém do esperado, sendo desbancada pela Honda, GM e FIAT, se não me engano.

Só resolvi escrever sobre isso em virtude de uma foto que recebi. Não é o primeiro dono de Fox que eu vejo insatisfeito. Uma amiga, advogada, comprou um desses, zero km também, e só teve aborrecimentos. De nada vai adiantar eu ficar contando aqui a história dela, pois a foto abaixo é mais reveladora que mil palavras, ainda que o dono do veículo fotografado as tenha usado de maneira muito apropriada.






Eu ainda acho que o cara pegou leve... VW nem de graça.

quinta-feira, 24 de maio de 2007

Conivência

Demorou, mas vim encher os pacová de vocês com assunto mais "sério". O texto abaixo recebi por e-mail. Já na metade da leitura lembrei de um fato que ocorreu na época de faculdade.

Conivência

Autor: Equipe do site www.momento.com.br


Atualmente, as informações circulam de forma livre e célere.

Por conseqüência, é possível ter uma noção de conjunto dos valores e hábitos da humanidade.

Certas ocorrências repetem-se com tanta freqüência, nos mais diversos locais e ambientes, que chamam a atenção.

E a observação do que ocorre no mundo por vezes causa estarrecimento.

Uma das coisas que impressionam é a audácia das pessoas desonestas.

Elas parecem ter uma habilidade incomum para colocar-se nas posições mais relevantes.

Na política, na educação, nos meios jurídico e empresarial, a imprensa não cessa de apontar focos de corrupção e desonestidade.

Já é bastante ruim haver tantas pessoas desleais.

Mas o que causa estupefação é como elas assumem facilmente posições de liderança.

Ninguém consegue disfarçar sua essência por muito tempo.

Quem não possui um nível ético satisfatório evidencia isso em inúmeras oportunidades.

Ninguém se corrompe de repente.

Uma pessoa genuinamente honesta não acorda um dia disposta a apoderar-se do que não lhe pertence.

O ser humano revela suas mazelas morais ao longo do tempo.

Sendo assim, como é possível que seres viciosos tornem-se tão influentes?

Em todo e qualquer ambiente, há homens íntegros e inteligentes.

Por que esses não agem, para obstar a influência perniciosa?

À primeira vista, parece pouco caridoso evidenciar os vícios de um semelhante, para limitar sua ascensão.

Ocorre que a caridade não possui como bandeira a ingenuidade e a conivência.

Constitui equívoco imaginar que o homem bondoso deve ser tolo e falho de percepção.

A criatura íntegra e generosa procura ser um fator de progresso e bem-estar no mundo.

Mas age com critério e discernimento, não de forma piegas.

Nessa delicada questão, importa considerar o móvel da ação e quanto bem ela pode produzir.

Certamente é condenável divulgar os defeitos do próximo por malevolência, com o fito de denegri-lo.

Mas também é censurável prestigiar a comodidade de um único ser, em detrimento de inúmeros outros.

A corrupção que atinge um ambiente prejudica a todos os que se vinculam a ele.

O dinheiro público surrupiado por alguns faz falta na construção de hospitais e escolas.

O desfalque realizado em uma empresa talvez seja a causa de sua falência.

Trata-se da vantagem desonesta de uma pessoa causando a penúria de muitas outras.

A compaixão não justifica a inércia perante esse tipo de situação.

Nada há de louvável em assistir-se silenciosamente a atos desonestos que prejudicam o meio social.

Na verdade, a timidez e a acomodação dos homens íntegros favorece a preponderância dos desonestos.

Grande parcela de culpa pela corrupção que grassa no mundo se deve às pessoas honestas.

Caso estas desejassem, preponderariam.

Quando o vício for combatido, sem ódio, mas firmemente, ele encontrará pouco espaço para proliferar.

É preciso ter compaixão pelo delinqüente, mas jamais compactuar com seus atos.

Assuma, pois, sua responsabilidade perante o mundo em que você vive.

Por timidez ou preguiça de desempenhar tarefas e ocupar postos, não permita que eles caiam em mãos indignas.

A título de ostentar virtude, não simule ignorância e nem seja conivente.


O ocorrido, lá pelo ano de 1999, foram as eleições para o C.A. de Agronomia. A disputa era polarizada entre os fanáticos por Che Guevara e pelo PT e entre os alunos mais abonados da faculdade, que não tinham preocupações ideológicas.

Entre os “petistas”, havia aqueles que se sentiam na época da ditadura, que julgavam os alunos todos como “alienados” porque se importavam mais em estudar para as provas do que com a situação política do país, que julgavam necessário todo aluno da faculdade de Agronomia ser filiado a algum movimento social, só porque era assim no passado. Eram os extremistas defensores de uma causa perdida desde a queda do Muro de Berlim. E o pior, eram os chatos que quando estavam no comando do C.A., pintavam a parede do centro com a cara do Che e viviam com seus bonezinhos do MST.

Já a turma dos abonados só queria saber de usar o C.A. pra organizar festas e mais festas, campeonatos de futebol e coisas fúteis. A vida deles em nada foi difícil, estudaram nos melhores cursinhos preparatórios e, ao entrar na Federal, a maioria ganhou do papai um carro zero.

O que faltava na disputa era uma corrente moderada, que soubesse organizar politicamente o curso, sem que isso representasse o envolvimento com um partido político. Essa organização deveria servir para melhorar aquilo que os alunos e o curso em si precisavam, promover maior integração entre os alunos, quer fosse por festas, quer fosse por eventos mais direcionados a assuntos ligados à realidade da área de atuação dos futuros engenheiros agrônomos.

Eu poderia ter formado essa corrente. Nunca me considerei um extremista a ponto de achar que o socialismo vai acabar com as mazelas do mundo, tampouco um cabeça-de-vento interessado apenas em bebedeiras e festas. Só que sempre fugia desse tipo de responsabilidade. Eu sabia qual era a coisa mais correta a ser feita e, ainda assim, deixava tudo passar. Mais por preguiça do que por falta de aptidão.

E esse tipo de comportamento estou tentando aos poucos (afinal não sou de ferro) modificar. Não vou ficar aqui tecendo loas pelo meu comportamento. Nem vou ficar dizendo o que você deve ou não fazer. A única coisa importante de todo esse blablabla que coloquei aqui é: o que cada um de nós está fazendo para que a situação mude. E não precisa ser coisa grande. Perto da sua casa deve ter algo que você e/ou outras pessoas deveriam estar fazendo e está só esperando o primeiro a arregaçar as mangas para ser resolvido.

quinta-feira, 17 de maio de 2007

De tudo e mais um pouco

Passado mais tempo do que eu gostaria, vamos fechar o assunto Homem Aranha 3. Realmente é um filme controverso, do tipo ame ou odeie. Teve fã com orgasmos múltiplos depois de assistir. Teve aqueles, mais comedidos, que acharam o filme divertido e só. E teve gente que se revoltou (eu entro aqui), pois confiava em Sam Raimi e imaginava que a espera pelo terceiro filme valeria a pena.

Dentre os orgasmáticos, há pessoas que perderam um pouco o meu respeito, visto que mesmo sendo fã, deve-se manter uma certa lógica. Sou batmaníaco de carteirinha e não saí por aí dizendo que os filmes do Morcegão da década de 90 foram todos maravilhosos. Esse adjetivo coube apenas a Batman Begins, onde tudo foi explicado, o roteiro segue um compasso lógico e até o uniforme foi confeccionado de maneira plausível, coisa que nem de longe aconteceu no primeiro filme do Aranha, mas que ainda assim não tirou seu mérito. Os que acharam o filme divertido, ligaram o “foda-se” e saíram do cinema satisfeitos com o que viram e não há muito o que comentar.

Já nós, os indignados, que se sentiram lesados com um filme tão mal acabado, não sabem o que esperar da franquia, que simplesmente virou uma máquina de fazer dólares. O filme é sobre um personagem inverossímil? Sim! Mas ainda é possível conseguir uma certa “confiabilidade fantástica” nesse tipo de diversão. A origem do Dr. Octopus, em Homem Aranha 2, é uma mostra disso. Já as origens de Venom e do Homem Areia, neste infame longa, nem de longe conseguem convencer. Só desligando o cérebro pra aceitar o que acontece no filme com eles. Principalmente no caso de Edie Brock. “Senhor, eu vim pedir pra você matar Peter Parker”.
Tá, isso foi forçado, mas nem tanto quanto o fato dele estar fazendo esse pedido na MESMA igreja onde Peter Parker resolve se livrar do simbionte. Porra, Nova York é uma cidade gigantesca! É mais fácil ganhar na Mega Sena ou ter o pedido aceito por Deus para que ele te livre de um inimigo do que encontrar esse próprio inimigo na mesma igreja e, ainda por cima, se contaminar com o simbionte que estava alojado no dito. Haja paciência!

O roteiro foi um erro enorme e que tirou o brilho da trilogia, pois ofendeu sobremaneira a inteligência da platéia e fez com que a espera pelo filme se tornasse inglória. Como eu disse antes, é questão de opinião. Focando agora na necessidade da renovação do elenco, afirmo que é possível dar continuidade com o personagem no cinema por muitos anos, de maneira atemporal. Com James Bond foi assim, vários foram seus intérpretes. Ainda que Sean Connery tenha se tornado o 007 definitivo, outros assumiram o papel e deixaram sua marca, para o bem ou para o mal da franquia. Acredito piamente que existe um intérprete melhor para Peter Parker do que Tobey Maguire. É uma tarefa difícil, uma vez que esse ator marcou os fãs como a encarnação mais emblemática do alter ego do Homem Aranha.Essa tarefa de apontar o próximo a encarnar o personagem não cabe a mim, nem aos fãs que rezam pela permanência do diretor e da base de seu elenco nos próximos filmes. Fica nas mãos dos cartolas da indústria cinematográfica, que por várias vezes decepcionaram (e, por que não, ainda decepcionam) os fãs, pois focavam apenas o retorno de bilheteria e nem sempre se preocupam com a qualidade daquilo que produzem. Mas chega de falar do filme. Águas passadas, dinheiro jogado no lixo, enfim...

Nem pude comentar a passagem do Papa pelo Brasil. Até porque isso já foi esmiuçado de maneira exaustiva pela imprensa. Mas deixo registrado que foi legal ver a reação do povo à passagem do Santo Padre pelo Brasil. Cada vez mais o Papa Panzer mostra que não é tão Panzer como foi pintado. Não sou católico, não acredito na Igreja Católica (ou em qualquer outra igreja), mas é indiscutível a necessidade de uma religião para o ser humano lembrar sempre de sua finitude e da necessidade de evoluir espiritualmente.

Porém essa evolução é emperrada quando os “pastores” percebem que é melhor manter seus fiéis na ignorância, facilitando a sua manipulação através de argumentos “sagrados”. Um dia ainda escrevo um tratado sobre isso nesse blog. É só uma questão de tempo.

Indo agora para o setor esportivo. Nada como perceber que a Fórmula 1 está em vias de voltar a ter um período de grandes corridas, pelos próximos anos. Finalmente temos um brasileiro fazendo bonito, sem ter que ouvir a ladainha de todo início de temporada de um certo piloto da Honda, que sempre afirmava ter condições de brigar pelo título e nunca conseguir chegar perto disso. Pensando bem, esse senhor sequer foi digno do legado que assumiu após a morte de Ayrton Senna. Temos novamente um piloto inglês que, se pouco lembra o inigualável Nigel Mansel, deve ser motivo de orgulho para os súditos da Rainha. Só faltava um francês habilidoso para que a década de 80 se repetisse novamente... Algo que em termos trará isso será ouvirmos os nomes Piquet e Senna nos circuitos, em breve. A diferença é que talvez a segunda geração não tenha tantas rusgas como a primeira. Mas relembrando o que acontecia no período de alfinetadas entre Piquet e Senna, até que era muito divertido toda aquela palhaçada. Vai dar gosto de acordar cedo nos domingos para ouvir o ronco dos motores. Pena que isso tenha que vir misturado com a narração imbecil do Galvão Bueno, mas, com sorte, Deus ouve os pedidos da audiência e faz esse cara perder a voz. Nem que tenhamos que ir para uma igrejinha na pequena cidade de Nova York e nela encontrar o narrador-magda sendo infectado por um simbionte alienígena para que isso aconteça.


"Argh! Nunca mais vou poder gritar: Rrrrrrrronaldiiiiiiiinhooooo!!!!"

terça-feira, 8 de maio de 2007

Homem Aranha 3 - com spoilers

Se você já viu Homem Aranha 3 e gostou, me desculpe. Meu ponto de vista não é o mesmo que o seu. Se você ainda não viu e não quer saber de nada, pare por aqui. Antes de mais nada, quero deixar claro que não li nenhuma resenha a respeito do filme, por isso se algo aqui soar parecido ou igual a algo que vocês já leram, não passa de coincidência, afinal a essa altura todos os sites nerds já devem ter colocado no ar suas críticas.

Sam Raimi conseguiu pegar o pior de Homem Aranha 1 e Homem Aranha 2 e reunir em um só filme. Não há roteiro, mas uma desculpa (da mais sem vergonha e esfarrapada) pra encher o bolso do elenco. Aliás, não foi difícil notar que esse terceiro filme iria lucrar horrores, afinal os dois primeiros, mesmo com defeitos, eram divertidos, interessantes e geraram a vontade de ver o que aconteceria no próximo filme do cabeça-de-teia.

Apesar de começar bem já nos créditos, colocando a audiência a par do que aconteceu nos dois primeiros filmes, isso não se sustenta por mais do que 10 minutos. E aqui começam os spoilers para aqueles que não viram o filme.

Já de cara a chegada do “simbionte” foi idiota. Numa noite romântica, o casalzinho mais sem sal do cinema atual admira estrelinhas cadentes riscando o céu (estreladíssimo para uma cidade como Nova York), quando cai um objeto vindo do espaço (sem mais nem menos) bem próximo deles e o “sentido de aranha” do Parker nem tchum. Pior: o tal simbionte sobe no tico-tico que o nerd usa para se locomover e ele igualmente não tem seu sentido de aranha acionado. O tal simbionte entra na vidinha do herói e ele acha isso normal, não se espanta e pouco procura saber sobre o organismo estranho, que o faz aparecer dependurado numa janela do nada, com a cor preta no uniforme.

O Homem Areia poderia estar no roteiro, sem problema nenhum, se não fosse a idéia de jegue de ter sido colocado como o assassino do Tio Ben. Desnecessário esse argumento, que só serviu pra forçar uma catarse final de Peter no último pedaço do filme.

Aliás, pra que colocar 2 vilões e meio? Ou um, ou outro. Tanto o Homem Areia quanto Venom poderiam ter suas origens mais bem contadas e têm condições de levar um filme inteiro contra o amigão da vizinhança.

O meio se refere ao Duende Verde Jr, que até foi muito bem interpretado pelo normalmente fraco James Franco. Mas a “reviravolta” final dele é ridícula. Eu teria chutado a bunda do meu mordomo se ele levasse 2 anos pra contar que viu muita coisa estranha na minha casa e como meu pai morreu. Faria o desgraçado voar janela abaixo da minha opulenta cobertura, no lugar do Duendinho. Ainda mais se eu estivesse com minhas faculdades mentais alteradas pelo soro que é usado para adquirir os poderes do Duende Verde. Nem isso acontece. Harry aceita muito bem o fato e vai ajudar seu amiguinho teioso (sim, de teia, mané) a salvar a galinhazinha da MJ. Aí o filme tem um dos seus piores momentos. O simbionte chega do espaço, chamuscando pelo atrito com a atmosfera, certo? Mas como o Homem Aranha acaba com ele? Com uma das bombinhas do Duende Verde, que sofreu apenas queimaduras quando uma delas é arremessada de novo, na cena onde ele e o Aranha quebram o pau. Finalzinho besta. Mas o do Homem Areia foi pior.

Homem Areia: "Olha, eu dei azar na vida, matei seu tio porque precisava de grana pra salvar minha filhinha. Foi mal, aí. Me desculpa, Homem Aranha?"

Homem Aranha: "Tudo bem, mas não faça mais isso, porque é muito feio, viu?"

Se bobear, era esse o diálogo deles, mas alguém alertou nossos brilhantes escritores e isso foi melhorado um pouquinho. E lá se foi nosso amigo de areia voando(?????) pelos céus de Nova York.

Mas Rodrigo, por que a MJ é uma galinhazinha? Bom, em parte por culpa do namorado imbecil que ela possui. Meus parabéns, mais uma vez, aos escritores do filme, os “sensacionais” Sam Raimi, Ivan Raimi (olha o nepotismo mostrando sua nocividade) e Alvin Sargent, que fizeram de Peter Parker o homem mais imbecil e insensível da face da Terra. Beija outra mulher na presença de sua futura esposa? Corta essa! Ninguém é idiota a ponto de cometer esse absurdo. Comparar sua situação à frustração do amor da sua vida é pedir pra levar chifre. E não deu outra.

Outra coisa irritante: a fase “emo” do Parker. Que porra foi aquela? Tá certo que os emos merecem ser achincalhados e detonados, mas fazer aquilo com o Homem Aranha foi ridículo. Cenas patéticas, maquiagem patética, atuação patética. Enfim, esse trecho do filme também ficou mal retratado. Mais uma forçada de barra patrocinada pelos nossos roteiristas desmiolados.

Apesar desse roteiro imbecil e mal costurado, existem pontos positivos no filme, mas não são suficientes pra livrar o dito do fiasco. Primeiro ponto: as tomadas de ação estão entre as melhores dos filmes de superherói. Segundo ponto: J. Jonah Jameson. São poucas as cenas com ele, mas já a primeira mata a pau. As demais são menos engraçadas, mas J. K. Simmons nasceu para o papel, como eu havia dito aqui.

Porém, todavia, contudo e entretanto, tá na hora de Sam Raimi e Cia. (Tobey Maguire, Kirsten Dunst etc.) pegarem seus banquinhos e sairem de fininho da franquia Homem Aranha. Deixar outro diretor tocar os próximos filmes, com um elenco mais adequado, pode trazer novos ares ao personagem e dar mais fôlego para próximos sucessos. Ou então afundar de vez a bagaça, cometendo um “Schumachercídio” para o Homem Aranha.

Nota: 4,0 (E tô sendo gente boa)

Agora que já escrevi meu ponto de vista, vou bisbilhotar o que os outros blogueiros escreveram. Mas algo me diz que a maioria vai ser condescendente com o filme e elogiar essa porcaria. Só porque é do Homem Aranha e porque os outros dois filmes foram legais. Se fosse um filme escrito e relizado para um herói original, garanto que a crítica iria malhar muito o filme, o diretor seria execrado e a equipe técnica só iria levar louros pelo primor das cenas de ação. Mas, como cada um tem sua opinião...

Ah, sim! Antes de mais nada: Quarteto Fantástico 2 vai ser outro lixo. Só pelo trailer deu pra notar que será ainda pior do que o primeiro. Esse nem Jessica Alba salva. Já Transformers parece que vai ser um filme divertidão, mas o que estou esperando mesmo ansioso é Piratas do Caribe 3.

Cruzando os dedos pra não queimar minha língua depois de assistir a esses dois.

domingo, 6 de maio de 2007

Chris Rock fala sobre as mulheres

Como tá faltando um pouco de inspiração pra postar algo decente e/ou interessante (ainda não fui assistir Homem Aranha 3), vamos contribuir com um dos melhores vídeos de Chris Rock. Eu tive a oportunidade de assistir a esse show quase na íntegra, quando foi transmitido pela HBO. O trecho que assisti foi suficiente pra colocar a pessoa que escreveu o texto do show como uma das mais coerentes e inteligentes que vi no showbizz, isso, claro, se não foi o próprio Chris Rock quem escreveu o negócio.

Mas, focando apenas essa parte específica do show, poucos são os homens que têm a sorte de encontrar uma mulher que não se encaixe no que foi dito. Eu tive essa sorte, mas deixei a moça escapar. Tudo bem, não se desesperem. Estou trabalhando para tê-la de volta ao meu lado. Com um pouco mais de dedicação da minha parte, eu chego lá.

De qualquer forma, todo mundo vai dar boas risadas com esse trechinho do show.

Divirtam-se!