sexta-feira, 27 de abril de 2007

Listas

Desde que Nick Hornby colocou em evidência a mania de muita gente fazer listas – Top 10 isso, Top 10 aquilo (e não negue, você fazia a lista das garotas mais gostosas da tua sala na 7a. Série), todo mundo tem suas listas. Principalmente as tais revistas “especializadas”. Essa semana, por exemplo, a FHM inglesa publicou a lista das 100 mais sexy do mundo, escolhidas pelos seus leitores (no Brasil temos a infame lista da VIP, que em 2005 fez a lista mais bairrista que já li – parece que só foram computados votos de paulistas).

No topo da lista da FHM está Jessica Alba. Nada contra a escolha dos súditos da rainha. Admito que nutro uma admiração pela beleza dela desde os tempos de Dark Angel, série que não era lá grande coisa, mas valia pela presença da moça. Quem me acompanha desde os tempos de Era Dourada sabe disso. Ou melhor, sabe que eu preciso de babador quando ela aparece em cena, mas não sabia há quanto tempo isso acontece... =D

O defeito de listas como essa é que são todas retrato de um momento. Estará no topo aquela que teve maior destaque na mídia, que esteve presente em mais eventos e filmes, de preferência em trajes mínimos e papéis que mexam com a libido masculina. Um bom exemplo disso foi a escolha da brasileira mais linda do milênio, quando Maria Fernanda Cândido abocanhou o título. Hoje ela ainda é considerada uma das mulheres mais bonitas do Brasil, mas será que seria novamente escolhida como a mais linda do século se não estiver desfrutando de uma grande exposição ao público?

A parte divertida dessas listas de mulheres mais sexy é poder descobrir a cada ano, no mínimo, uma dúzia de beldades que teriam todos os requisitos para tornar hétero a mais mariposa das bibas. Particularmente o meu Top 5 de mulheres dos sonhos sofreu poucas alterações desde que caí na bobagem de listar aquelas que estão fora do alcance desse pobre mortail que vos escreve. E é claro que não conseguiria unanimidade entre vocês, leitores, afinal tenho minha opinião e não estou aqui forçando a aceitação da mesma. Uma coisa é certa: a Simony e a Bruna Surfistinha não entram nela nem a pau!


5o. Lugar - Bárbara Borges



4o. Lugar - Alessandra Ambrósio



3o. Lugar - Jessica Alba



2o. Lugar - Fernanda Paes Leme



1o. Lugar- Regiane Alves



Não há dúvida que existem mulheres tão ou mais lindas no mundo do que essas na minha (ou na sua) lista. Felizmente Papai do Céu é generoso quando se trata de beleza - e também quando se trata de feiúra, mas isso nem de longe nos interessa. O que vale é poder continuar fazendo listinhas fúteis como essa, que não levam a lugar nenhum, mas que enchem os olhos.

Outro lugar que faz isso, inclusive com muita propriedade, é o blog E DEUS CRIOU A MULHER. Quando você, amigo leitor, estiver estressado do seu dia-a-dia, dê uma passadinha por lá para lembrar que existem muitos bons motivos para não se deixar abater.

Para as mulheres que visitam esse blog, aqui vai a lista dos homens mais bonitos do mundo, depois - bem depois - de mim:

5o. Lugar - Sílvio do Pânico



4o. Lugar - Tiririca



3o. Lugar - Pedro de Lara




2o. Lugar - Mr. Bean



1o. Lugar - O indefectível! O único! O homem que pode rivalizar com a minha beleza:

Zé Bonitinho!!!


terça-feira, 24 de abril de 2007

Google Earth

Que na internet a gente encontra de tudo, isso é óbvio. Que existem utilitários que só servem pra passar tempo, também. Mas tem um que é excepcional na minha opinião: o Google Earth. É o jeito mais bacana de brincar de Super-Homem, voando pelas cidades e locais mais exóticos do mundo, sem precisar sair de casa.
Das Pirâmides do Egito à Torre Eiffel, do Cristo Redentor às Cataratas do Iguaçu, a viagem dura poucos segundos. Basta um clique e pronto, você está onde tem curiosidade de conhecer, ao menos vendo por cima. É bem verdade que existem pontos das fotos cuja resolução não é das melhores. Eu dei azar de morar numa faixa de Curitiba cuja resolução impede de verificar maiores detalhes do meu bairro.


Definitivamente isso não é problema para moradores de cidade como Rio, São Paulo ou Nova York. Boa parte dessas cidade possui fotos em condições de você avaliar até as mãos das vias de tráfego, item muito útil se você planeja dar uma passadinha em determinados lugares com veículo próprio, numa viagem, por exemplo. Sem falar nas referências espacias que esse tipo de utilitário proporciona.


Mas o mais bacana do programa é vasculhar o mundo em busca dos pontos turísticos mais interessantes ou de localidades curiosas. Pra isso eu uso um site bem bacana, onde podem ser deixadas dicas de lugares novos para os usuários. Mas dentro desse site, a parte que eu mais curti foi a dedicada para o Brasil. Menos pela curiosidade de alguns dados, mais pelo orgulho de ter lido o que foi escrito sobre as Cataratas do Iguaçu. E saber que tem brasileiro que prefere conhecer as do Niágara... Ah, povinho besta!

A nova versão do programa traz até vistas em 3D de alguns pontos. Merece uma conferida, se você tem uma máquina bacana. Nos computadores menos "favorecidos" o negócio é ter paciência. Mas vale a pena dar uma conferida naquele lugarzinho do mundo que você quer conhecer.

domingo, 22 de abril de 2007

Pra quem acha que não...

Sim, o Brasil tem jeito. Pode levar boas gerações até que essa baderna que muita gente considera um país se tornar efetivamente um Estado, com “e” maiúsculo. O fato de ter sido desbaratada uma quadrilha infiltrada no Poder Judiciário é uma mostra que, apesar de toda podridão estabelecida em todas as instâncias dos governos, (federal, estadual e municipal), ainda temos pessoas que buscam evitar que esse mal se estabeleça definitivamente.
É um alento, mas saber o quão distante ainda está ser orgulhoso por completo de ser brasileiro desanima muita gente. Eu mesmo, ano passado, fui acometido por um desespero e descrença nessa terra. Decidi que me mandaria daqui pra morar num país onde era até melhor ser sub-empregado, mas com qualidade de vida, do que continuar dando murro em ponta de faca por aqui. Não é segredo pra ninguém que a desigualdade social no Brasil provoca cenas de dar nojo. E o pior, o dinheiro concentrado nas mãos de poucos garante que estes possam erguer fortalezas e blindar veículos, contratar seguranças e criar uma falsa sensação de proteção.
A razão para minha empreitada no estrangeiro ter dado errado eu desconheço. Na verdade, sei o que aconteceu com meu pedido de visto, que foi negado quando eu já tinha passagens aéras na mão, curso de francês agendado e muitas expectativas. Inclusive o responsável pelo trâmite burocrático da papelada dava como favas contadas a aprovação do meu pedido de visto, uma vez que eu possuo um de entrada para os EUA e atendia a todos os requisitos. Então se foi intervenção divina ou ironia do destino não ter conseguido me mandar pro Canadá, não sei.
Foi um belo balde de água fria ver o planejamento ir pelo ralo. As perspectivas lá fora não eram totalmente positivas, eu sabia que muitas pedras estariam no caminho, mas eu estava decidido a mudar de país. Eu tenho vergonha de ter o presidente que tenho e da maneira mesquinha e nojenta como se consegue manter a governabilidade do país (Lula beijar as mãos de Jader Barbalho, Collor apoiando Lula, Deus do céu...). Tenho vergonha do Poder Legislativo e seu descaso com a população, sem falar nos mercenários e prostitutos que se denominam deputados e senadores.
Como sempre, é revoltante parar pra pensar na nossa situação e no período que ainda levará para que ela mude completamente para melhor. Mas os passos que estão sendo dados no sentido de buscar sempre isso servem como alento.

terça-feira, 17 de abril de 2007

A lei deve ser para todos

Hoje o dia ficou marcado pelos protestos do MST em relação ao aniversário de 11 anos do massacre de Eldorado, com passeatas, invasões e a bandalheira que esse movimento “social” está acostumado a fazer, quando resolve aparecer na mídia.

A ambigüidade do MST se expressa pelas suas ações: não respeitam a lei quando resolvem se apossar de fazendas improdutivas, segundo critérios do próprio movimento; quando invadem repartições públicas ou quando liberam a passagem de motoristas por praças de pedágio. Mas quando alguém comete algo ilegal contra o movimento, eles resolvem exigir que a lei seja cumprida.

Não digo com isso que as ações ilegais, como o assassinato dos integrantes em Eldodado dos Carajás é aceitável. Inaceitável é que esses arruaceiros continuem a cometer as barbáries que cometem e as autoridades continuarem não tomando as medidas cabíveis.

O povo exigir seus direitos é louvável. Tentar diminuir seus problemas através de uma voz mais ativa, saudável e necessário. Mas infelizmente o grosso do povão que entra no MST, e em outros movimentos com o mesmo cunho, só serve de massa de manobra para os líderes, que atingem seus objetivos manipulando os desejos de pessoas ignorantes.

domingo, 15 de abril de 2007

Personagens em quadrinhos no cinema

Não sou leitor do que a Marvel publica há uns 10 anos. Se me dei ao trabalho de comprar um revista ali, outra aqui, da Casa das “Idéias” (ahã, idéias...) foi por causa de determinado personagem ou por curiosidade. Se não me falha a memória, a última revista da Marvel que adquiri foi a mini Origens, do Wolverine. Desde então só acompanho o que acontece com essa editora pelos sites especializados em quadrinhos.

Porém não me incomodou em nada a transposição de alguns personagens da Marvel para o cinema, salvo as excessões Demolidor, Elektra (que não me dei ao desserviço de assistir), Hulk, Quarteto Fantástico (infantil demais, mesmo para uma adaptação de quadrinhos) e a maior porcaria do corrente ano, Motoqueiro Fantasma. O sucesso das franquias X-Men e Homem-Aranha se deve em boa parte pelo carisma dos personagens e pela competência atrás das câmeras, provando que diretores que conhecem o universo dos quadrinhos podem realizar trabalhos que agradam a leigos e fanáticos.

Aproveitando que dia 4 de maio teremos a estréia do 3o. Filme do Cabeça-de-teia, registro alguns pontos: nunca fui muito com a fachada do elenco dos dois primeiros filmes, em geral. Se salvam Tia May, interpretada por Rosemary Harris; J.J. Jameson, competentemente interpretado por J.K. Simmons; Dr. Octopus, com Alfred Molina e só.

O restante do time em frente às câmeras me parece deslocado, James Franco com aquela cara de “ó vida, ó azar” quase permanente, Kirsten Dunst (uma excelente atriz) mas até onde me lembro dos gibis, Mary Jane era pra ser uma baita modelo gostosa, não uma aspirante a atriz com uma personalidade irritante. Mas a cereja do bolo fica por conta da cara de bocoió do Tobey Maguire. Em nada ele me lembra Peter Parker e só faço votos para que ele não esteja presente num eventual quarto filme da série, bem como Kirsten Dunst. Duvido que não existam pessoas melhores qualificadas para esses papéis.

Se bem que Homem-Aranha não é o único filme que me desagradou na escolha do elenco. Entendo perfeitamente a necessidade de colocar atores competentes nos papéis de destaque, evitando erros passados como a escalação de Sylvester Stallone para Juiz Dredd, Dolph Lundgren em Justiceiro e/ou Mestres do Universo (He-Man) e a heresia de colocar Keanu Reeves no papel de Constantine, para ficar só nos mais gritantes. Tá, a escalação mais gritante, bizarra e descabida seria Nicolas Cage como Superman, mas não quero gastar tempo comentando sobre esse ser.

Ainda assim não engoli direito a cara de chupa-ovo do Christian Bale como Bruce Wayne, por exemplo. Bale é um excelente ator, colocou o peso necessário no papel, mostrou de maneira soberba a dualidade do personagem, mas ele tem cara de faxineiro da WayneTech...

Preconceitos à parte, não me resta dúvida de que estamos numa era que será lembrada no futuro como a melhor em termos de adaptações. Não sei prever quanto tempo vai levar até as platéias do mundo se cansarem de super-heróis nas telonas, mas que ainda tem muita bala na agulha pra ser queimada, ah isso tem. E que a Marvel está bem mais adiantada do que a Distinta Concorrência em termos cinematográficos, também.

Mas eu acho que a DC ainda possui uma gama de personagens muito mais conhecidos e admirados pelo grande público. Ou vai me dizer que você iria ao cinema para assistir a um filme do Mercúrio invés de um filme com o Flash? É bem verdade que uma produção ruim afunda até mesmo o melhor personagem em quadrinhos de todos os tempos (né, Joel Schumacher?), mas um filme da Mulher-Maravilha tende a ser mais atraente do que um da Mulher Hulk...

segunda-feira, 9 de abril de 2007

Porque é bom ser especial pra alguém, que é especial pra mim

The fire fades away
Most of everyday
Is full of tired excuses
But it's too hard to say
I wish it were simple
But we give up easily
You're close enough to see that
You're the other side of the world to me




domingo, 8 de abril de 2007

Notas variadas

E aí, já assistiu 300? Não?! Tá esperando o que? Como é que você vai achar graça nas baboseiras que os fãs do filme colocaram na net, assim? Aqui no Brasil o filme talvez não repita o mesmo sucesso obtido nos EUA, onde virou febre e em cada esquina tem um maluco berrando “This is SPARTAAAAAA!” e metendo o pé em alguma coisa. Definitivamente os gringos ficaram alucinados com o filme e se Guy Gardner estivesse entre nós, esse seria o filme preferido do cabeça de tigela da Tropa dos Lanternas Verdes. Caso seja do seu interesse, aqui e aqui tem algumas das sandices realizadas com o filme.

Essa daqui vai pro pessoal que curtiu o desenho Superamigos e ainda lê revistas em quadrinhos: o novo QG da Liga da Justiça tá com gostinho de nostalgia. Vi agora a pouco a notícia no Omelete e gostei. Nunca entendi o fato deles se reunirem em uma caverna nos arredores de Nova York. Os caras são a Liga da Justiça, ! Depois que voltaram pro satélite, até que as coisas não eram de todo mal, mas agora, com a nova sede, julgo que tudo está no devido lugar. Na verdade, isso só irá acontecer quando a formação da Liga estiver à altura da nova sede, se é que vocês me entendem.

E semana que vem tem estréia das boas nos cinemas (não que os filmes em cartaz sejam todos ruins): Tartarugas Ninja – O Retorno. Ao que tudo indica, Hollywood percebeu que os filmes live action dos batráquios eram uma furada, mesmo com toda a boa vontade contida no primeiro. Os demais não merecem citação. Fazer um filme completamente em CG pode fazer a alegria dos fãs. Vamos esperar pra ver.

Ontem também tive uma visão: descobri que deveria ter nascido rico, mas não a ponto de não precisar trabalhar. Aquela riqueza que te proporciona a oportunidade de fazer muito do que se quer, mas que ainda assim te obriga a não ficar sem um emprego (de preferência, em um negócio da própria família). E, não bastasse isso tudo, deveria ter nascido no Reino Unido, se possível na Inglaterra. A razão pra essas coisas? , lá quem tem grana pode curtir os melhores shows de rock do mundo, sem precisar de uma operação logística sem cabimento, como acontece em muitos shows aqui na América do Sul, onde a banda resolve tocar no Brasil, mas não em outros países. Daí os "hermanitos" precisam se mexer se quiserem curtir o show. E vice-versa. No Reino Unido, não. A maioria das grandes bandas são de lá, se você quiser enfrentar a estrada pra assistir shows que não chegarão à sua cidade, as possibilidades de locomoção são variadas e de qualidade.

Sem falar que eu poderia até gostar de alguns ritmos brasileiros sem ficar constrangido, pois não entenderia lhufas do que estaria sendo dito nas letras das músicas. Seria aquela história de gostar pelo exotismo, não pela qualidade. Além do mais, eu poderia ter votado no Queen como a melhor banda de rock de todos os tempos (ficaram sabendo dessa, suponho) e ainda assim manter a consciência tranqüila, pois as demais grandes bandas (Beatles, Rolling Stones, U2 etc.) seriam da terra da Rainha ou adjacências.

Isso tudo sem mencionar que meu salário seria em libras e, ainda que eu falasse como se uma batata quente estivesse ocupando minha boca, teria muito mais classe do que os colonizados norte-americanos.


E, antes que eu esqueça, Feliz Páscoa a todos!

domingo, 1 de abril de 2007

300

Depois da baita decepção com Motoqueiro Fantasma, agora a recompensa: 300. Vale a pena ir até uma sala de exibição pra assistir a esse filme, com toda a certeza. Primeiro porque não tem Nicolas Cage (o que já é uma grande coisa), segundo porque toda a parte técnica do filme é impecável e não está embasada apenas nos efeitos especiais (que foi a muleta de Motoqueiro Fantasma), terceiro porque o elenco é excelente. Além de tudo, o filme diverte sem ser pretensioso.

Não cheguei a ler a revista 300, mas isso em nada diminui a graça do filme, muito pelo contrário. Por saber que a essência da HQ está retratada de maneira fiel, não existe a preocupação de buscar a fonte para gostar do filme. Porém em alguns momentos, lá pelo meio do filme, cheguei a ficar cansado das lutas e batalhas. Uma coisa que senti falta nesse filme, que alguns membros da imprensa rotularam de neo-épico, são cenários mais ricos. Se bem que, em se tratando de um filme sobre espartanos, economizar nos cenários não deixa de ser algo coerente.

Mas uma coisa que não é economizada no filme é a violência. Desde o comecinho o espectador é apresentado ao “spartan way of life”, mostrando que o pessoalzinho da cidade grega não está ali de brincadeira. Quando o bicho pega pra valer, as batalhas são coreografadas num ritmo que só se tornou cansativo pra mim porque comecei a sentir falta de um pouco mais de conteúdo. Só porrada, porrada, porrada enche. Mas felizmente isso é algo passageiro.

Ponto máximo de diversão é quando Leônidas e Xerxes batem um papinho, onde o primeiro tem que aturar a soberba do persa, numa cena que arrancou risos da platéia por seus diálogos de duplo sentido, ao menos para as mentes mais despudoradas.

E se você é fã do Rodrigo Santoro e quer assistir ao filme apenas pela presença do moço, bom, pelas fotos do filme que circulam há tempos na internet já se pode antever que sua decepção nesse ponto pode ser grande, uma vez que o brasileiro está bem diferente da maneira como a mulherada está acostumada a vê-lo. O que as damas mais comentam ao final da sessão é sobre o excesso de “tanquinhos espartanos” em cena. Umas ficam se indagando quanto tempo de musculação foi necessário pra atingir aquele poder todo, outras afirmam que a computação gráfica fez maravilhas nos corpos dos guerreiros de Esparta e por aí vai. Enfim, elas esquecem totalmente as cabeças e membros decepados no filme, a sangria desatada das batalhas e tudo aquilo que deixou a parcela masculina da audiência satisfeita, incluindo aí a presença de Lena Headey como a Rainha Gorgo, belíssima, mesmo sem ser voluptuosa (leia-se trio bocão-peitão-bundão, que não fez falta, dada a presença da moça em cena).

Por tudo isso, diminuiu um pouco o meu receio da adaptação de Watchmen para o cinemas, nas mãos de Zach Snyder. Competência o menino demonstrou em 300, basta agora que ele siga em ascendente e nos brinde com mais um filmaço baseado em quadrinhos.