É impressionante a capacidade do povão brasileiro em ser medíocre. Não bastasse passar por maus bocados que o dia-a-dia impõe, acreditando sempre que tudo é Deus quem decide, tem gente que procura chifre em cabeça de cavalo.
A empregada doméstica que foi covardemente agredida por marginais da classe média carioca em JUNHO do ano passado serve para ilustrar esse exemplo. Com a justiça ao seu lado e tendo alcançado a graça de ver atrás das grades os pusilânimes que a atacaram, ela resolveu sentir remorso por tudo que aconteceu. Frise-se que a agressão foi em JUNHO, o que dificulta minha compreensão para ela ainda se preocupar com o que acontece com seus agressores.
Leia aqui e entenda o que se segue
Vou começar espinafrando os pobres de maneira geral. Esses têm uma coisa a mais que as demais classes: têm mais que se ferrar, ao melhor estilo Justo Veríssimo. Ou melhor, nesse caso, quero que pobre se exploda. Isso porque não aprendem a ir contra aquilo que realmente os oprime, que não os deixa melhorar de vida. Sendo uma das causas disso a impunidade reinante nesse país. Se a lei valesse para todos, não teríamos mensaleiros, sanguessugas e Renan Calheiros à solta. Acorda população pobre brasileira!!!
No caso específico da doméstica Sirlei Dias, se os indivíduos que a atacaram não tivessem sido presos, todos iriam reclamar da justiça e não é difícil de imaginar a cena da vítima da agressão chorando pela injustiça que cometeram com ela. Mas, pelo contrário, ela se sente mal por estar na hora errada, no lugar errado. Quem certamente se sente assim, e com toda a razão, é a mãe do menino João Hélio Fernandes.
Ah, tenha santa paciência. Estivesse ela exercendo a função pela qual foi agredida, a de prostituta, como imaginaram os agressores, ainda assim teria todo o direito de ver aqueles que a agrediram atrás das grades. Não cabe a ela sentir-se mal pelo que as famílias desestruturadas desses indivíduos estão passando. A culpa é dos pais desses marginais. E que tanto os pais quanto os filhos paguem, cada um de sua maneira, pelo crime que foi cometido.
Ô maniazinha de pobre, de sentir-se culpado até pelo que não tem culpa...
A empregada doméstica que foi covardemente agredida por marginais da classe média carioca em JUNHO do ano passado serve para ilustrar esse exemplo. Com a justiça ao seu lado e tendo alcançado a graça de ver atrás das grades os pusilânimes que a atacaram, ela resolveu sentir remorso por tudo que aconteceu. Frise-se que a agressão foi em JUNHO, o que dificulta minha compreensão para ela ainda se preocupar com o que acontece com seus agressores.
Leia aqui e entenda o que se segue
Vou começar espinafrando os pobres de maneira geral. Esses têm uma coisa a mais que as demais classes: têm mais que se ferrar, ao melhor estilo Justo Veríssimo. Ou melhor, nesse caso, quero que pobre se exploda. Isso porque não aprendem a ir contra aquilo que realmente os oprime, que não os deixa melhorar de vida. Sendo uma das causas disso a impunidade reinante nesse país. Se a lei valesse para todos, não teríamos mensaleiros, sanguessugas e Renan Calheiros à solta. Acorda população pobre brasileira!!!
No caso específico da doméstica Sirlei Dias, se os indivíduos que a atacaram não tivessem sido presos, todos iriam reclamar da justiça e não é difícil de imaginar a cena da vítima da agressão chorando pela injustiça que cometeram com ela. Mas, pelo contrário, ela se sente mal por estar na hora errada, no lugar errado. Quem certamente se sente assim, e com toda a razão, é a mãe do menino João Hélio Fernandes.
Ah, tenha santa paciência. Estivesse ela exercendo a função pela qual foi agredida, a de prostituta, como imaginaram os agressores, ainda assim teria todo o direito de ver aqueles que a agrediram atrás das grades. Não cabe a ela sentir-se mal pelo que as famílias desestruturadas desses indivíduos estão passando. A culpa é dos pais desses marginais. E que tanto os pais quanto os filhos paguem, cada um de sua maneira, pelo crime que foi cometido.
Ô maniazinha de pobre, de sentir-se culpado até pelo que não tem culpa...
E o que falar sobre o oportunismo do senador Crivella? Querer usar politicamente a doméstica, que pela atitude de "remorso" demonstra bem o tipo de figura que seria na esfera pública, é demonstração daquilo que comentei sobre os políticos fluminenses: demagogos e populistas. Não que isso seja exclusividade do Rio de Janeiro, mas lá parece que esse tipinho de gente despenca junto com os temporais de verão.
2008 começou bem: governo aumentando a carga de impostos porque prometeu que não aumentaria a mesma em 2007 (brilhante, Ministro Mantega, brilhante) e agora essa da vítima de um crime covarde estar arrependida por algo que não é culpa dela. E olha que ainda estamos na primeira semana do ano.
2008 promete!
E como promete...
ResponderExcluirE se promete...
ResponderExcluirUaaau, que azedume!!! Hehehe
ResponderExcluirNosso povo tá tão acostumado a se ferrar, que quando acontece uma situação como essa, eles acham q tem alguma coisa errada.
O meu problema não é com a pobreza, mas com a ignorância e essa mania que o nosso povo tem de brincar de mártir, de achar que o sofrimento é necessário, de se acostumar e acomodar com ele, e que se vc está sofrendo, é porque você merece.
A religião, que deveria ser um conforto, alimenta mais esse sentimento de "eu sou o maior pecador do mundo e mereço ser punido".
Isso quando ao invés de lutarem por seus direitos, entregam na mão de Deus. Tudo é Deus. Deus ajuda, se Deus quiser, pelo amor de Deus.
Deus nos deu autonomia para usarmos da melhor maneira possível. Que tal começar?
Beijos, amor!
É Diogo. Vamos ver o que nos aguarda.
ResponderExcluirRe, muito bom seu comentário. Sintetizou de maneira perfeita muito do que eu também gostaria de ter escrito sobre o fato. Beijos!
A futura Sra. Bertuol falou e disse.
ResponderExcluirEu já devo ter dito por aí (ou aqui) que a mania de coitado do povo brasileiro é uma das coisas que mais me enojam neste país. Pior do que isso é usar a pobreza e as injustiças sociais como desculpa para a criminalidade e o desrespeito generalizado a toda forma de ordem, lei ou autoridade.
Só vejo uma saída: o aeroporto!