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domingo, 16 de dezembro de 2007

Sacanagem


O cenário atual das HQs, repleto de séries, mini-séries, encadernados de arcos de histórias publicadas em revistas mensais etc., mostra que vale a pena esperar alguns meses para adquirir uma história completa em apenas uma edição. Porém, encadernar todas as Mega Edições do Paul Dini em conjunto com o mala Alex Ross por esse preço é muita sacanagem, principalmente pelo o assalto que é o frete para fora da região sudeste.

domingo, 8 de abril de 2007

Notas variadas

E aí, já assistiu 300? Não?! Tá esperando o que? Como é que você vai achar graça nas baboseiras que os fãs do filme colocaram na net, assim? Aqui no Brasil o filme talvez não repita o mesmo sucesso obtido nos EUA, onde virou febre e em cada esquina tem um maluco berrando “This is SPARTAAAAAA!” e metendo o pé em alguma coisa. Definitivamente os gringos ficaram alucinados com o filme e se Guy Gardner estivesse entre nós, esse seria o filme preferido do cabeça de tigela da Tropa dos Lanternas Verdes. Caso seja do seu interesse, aqui e aqui tem algumas das sandices realizadas com o filme.

Essa daqui vai pro pessoal que curtiu o desenho Superamigos e ainda lê revistas em quadrinhos: o novo QG da Liga da Justiça tá com gostinho de nostalgia. Vi agora a pouco a notícia no Omelete e gostei. Nunca entendi o fato deles se reunirem em uma caverna nos arredores de Nova York. Os caras são a Liga da Justiça, ! Depois que voltaram pro satélite, até que as coisas não eram de todo mal, mas agora, com a nova sede, julgo que tudo está no devido lugar. Na verdade, isso só irá acontecer quando a formação da Liga estiver à altura da nova sede, se é que vocês me entendem.

E semana que vem tem estréia das boas nos cinemas (não que os filmes em cartaz sejam todos ruins): Tartarugas Ninja – O Retorno. Ao que tudo indica, Hollywood percebeu que os filmes live action dos batráquios eram uma furada, mesmo com toda a boa vontade contida no primeiro. Os demais não merecem citação. Fazer um filme completamente em CG pode fazer a alegria dos fãs. Vamos esperar pra ver.

Ontem também tive uma visão: descobri que deveria ter nascido rico, mas não a ponto de não precisar trabalhar. Aquela riqueza que te proporciona a oportunidade de fazer muito do que se quer, mas que ainda assim te obriga a não ficar sem um emprego (de preferência, em um negócio da própria família). E, não bastasse isso tudo, deveria ter nascido no Reino Unido, se possível na Inglaterra. A razão pra essas coisas? , lá quem tem grana pode curtir os melhores shows de rock do mundo, sem precisar de uma operação logística sem cabimento, como acontece em muitos shows aqui na América do Sul, onde a banda resolve tocar no Brasil, mas não em outros países. Daí os "hermanitos" precisam se mexer se quiserem curtir o show. E vice-versa. No Reino Unido, não. A maioria das grandes bandas são de lá, se você quiser enfrentar a estrada pra assistir shows que não chegarão à sua cidade, as possibilidades de locomoção são variadas e de qualidade.

Sem falar que eu poderia até gostar de alguns ritmos brasileiros sem ficar constrangido, pois não entenderia lhufas do que estaria sendo dito nas letras das músicas. Seria aquela história de gostar pelo exotismo, não pela qualidade. Além do mais, eu poderia ter votado no Queen como a melhor banda de rock de todos os tempos (ficaram sabendo dessa, suponho) e ainda assim manter a consciência tranqüila, pois as demais grandes bandas (Beatles, Rolling Stones, U2 etc.) seriam da terra da Rainha ou adjacências.

Isso tudo sem mencionar que meu salário seria em libras e, ainda que eu falasse como se uma batata quente estivesse ocupando minha boca, teria muito mais classe do que os colonizados norte-americanos.


E, antes que eu esqueça, Feliz Páscoa a todos!