Que raio de blogueiro é esse que promete uma série de postagens e demora esse tempo todo para finalizá-la? Esse sou eu, que volta e meia fico internado em hospital, fico sem computador e/ou sem conexão com a internet.
Mas deixemos de lado as desculpas e vamos finalmente finalizar meu paseio por Buenos Aires. E farei isso da maneira mais direta possível. Parei o post anterior na nossa segunda-feira em B.A. Na terça o programa era passear pelo Jardín Japonés, pelo Parque 3 de febrero, almoçar e dar uma passadinha no MALBA. Depois disso um pouco de compras e à noite conhecer um restaurante chamado Te Mataré Ramirez. Porém com os problemas que aconteceram durante a programação - Parque 3 de febrero fechado para reformas e o MALBA fechado (isso numa terça, diferente de qualquer museu que se preze, que fecha às segundas) - modificamos a agenda.
Fizemos mais um passeio pelos shoppings da cidade, compramos algumas quinquilharias, jantamos na pizzaria Piolla, muito boa, por sinal. Mas antes do jantar eu fiz questão de passar pela loja CAMELOT. Coisa de deixar muito nerd por aqui babando e sem saber por onde começar a comprar (isso se o bolso permitir). Tiramos algumas (pouquíssimas) fotos, que estão logo abaixo. A loja em si é minúscula, mas aluga outros espaços numa galeria para poder abrigar todo o acervo. Nesse caso, para quem aprecia essas coisas (quadrinhos, filmes e séries) dá pra tirar uma tarde inteira ali que vai certamente encontrar algo inusitado.
Mas deixemos de lado as desculpas e vamos finalmente finalizar meu paseio por Buenos Aires. E farei isso da maneira mais direta possível. Parei o post anterior na nossa segunda-feira em B.A. Na terça o programa era passear pelo Jardín Japonés, pelo Parque 3 de febrero, almoçar e dar uma passadinha no MALBA. Depois disso um pouco de compras e à noite conhecer um restaurante chamado Te Mataré Ramirez. Porém com os problemas que aconteceram durante a programação - Parque 3 de febrero fechado para reformas e o MALBA fechado (isso numa terça, diferente de qualquer museu que se preze, que fecha às segundas) - modificamos a agenda.
Fizemos mais um passeio pelos shoppings da cidade, compramos algumas quinquilharias, jantamos na pizzaria Piolla, muito boa, por sinal. Mas antes do jantar eu fiz questão de passar pela loja CAMELOT. Coisa de deixar muito nerd por aqui babando e sem saber por onde começar a comprar (isso se o bolso permitir). Tiramos algumas (pouquíssimas) fotos, que estão logo abaixo. A loja em si é minúscula, mas aluga outros espaços numa galeria para poder abrigar todo o acervo. Nesse caso, para quem aprecia essas coisas (quadrinhos, filmes e séries) dá pra tirar uma tarde inteira ali que vai certamente encontrar algo inusitado.
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Na quarta, então, fomos ao MALBA, conhecemos de perto a obra Abaporu e outras instalações interessantes, mas infelizmente não é permitido fotos nesse museu (engraçado, me parece que nem no Louvre isso é proibido...), à noite fomos ao Te Mataré Ramirez, comida de excelente qualidade, num ambiente muito sofisticado e sensual. Nossa sorte foi que a garçonete era brasileira e me salvou de comer frutos-do-mar ou frango indicando um prato delicioso, mas que não lembro o nome agora, acompanhado por um ótimo vinho. Mas lembre-se: não é porque o vinho é argetino que ele é bom. Há de se saber escolher e o critério preço nem sempre é uma boa.
Como vocês puderam perceber, passamos longe dos típicos programas de índio de turistas que vão até Buenos Aires (show de tango, visita aos túmulos de Eva Perón e de Carlos Gardel) e tivemos sorte de não cruzar com as mães da Plaza de mayo, como eu comentei anteriormente. De qualquer forma, o balanço geral sobre Buenos Aires é o seguinte: a cidade já viveu tempos melhores. Nem mesmo os bairros mais ricos, com exceção de Puerto Madero, escaparam de uma decadência facilmente visível. As opções culturais são diversas, mas nada que precise de mais de 3 dias e 4 noites na cidade para aproveitar tudo. Apesar da fama, nenhum portenho veio cantando de galo pra cima da gente.
Além disso Buenos Aires tem a vantagem de não possuir um período de alta temporada, diferente de outros destinos escolhidos para passar uma lua-de-mel, como Gramado, que só um casal infeliz vai conhecer em pleno verão, por exemplo. De qualquer forma vá para lá despido de preconceitos alimentados pela mídia. Fazendo isso você se diverte e aproveita o que a cidade tem de melhor.
Nota para a viagem? 10, mas isso porque foi minha lua-de-mel e eu estava muitíssimo bem acompanhado; do contrário um 7,5 seria mais adequado.
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