domingo, 31 de maio de 2009

A quem interessar possa...

Pensando em trocar ou adquirir ou novo computador ou notebook? Conselho: fuja da marca Positivo. A configuração pode ser boa, mas o nosso note aqui tem menos de um ano e já precisou ir pra assitência duas vezes, sendo que o período de espera para a troca da peça na primeira vez foi superior a dois meses. Positivo=roubada.

Querendo assinar o pacote "Skavurska" da Net? Fuja!!! O Netfone vive dando problema, a conexão de banda larga não é essa maravilha toda. Os canais por assinatura até que valem, mas o resto do pacote é Sibéria pura.

terça-feira, 19 de maio de 2009

Será que vai dar feira?

Tempo sempre será algo relativo. Às vezes um ano pode ser muito tempo, às vezes uma década parece que não. A razão para estar falando sobre essa “relatividade” dá-se pelo fato de estar revirando o baú de quinquilharias que ficaram na casa dos meus pais quando me mudei. Agora que será dado início a uma reforma em sua casa, é necessário arrumar espaço aqui para colocar várias revistas e outros itens que levei 18 anos para amealhar.

Dentre as revistas estão edições da VIP e da Playboy, a primeira série da Wizard (que a Editora Globo cancelou sem o menor pudor), alguns exemplares da Wizard editada pela Panini, antes de se tornar Wizmania e, como não poderia deixar de ser, várias e várias revistas em quadrinhos.
As mais antigas são de 1987, quando éramos assinantes do pacote Disney, que a Abril disponibilizava. Cada pacote mensal continha duas revistas Pato Donald, uma Tio Patinhas e uma Disney Especial, se não me falha a memória. Não demorava uma semana para eu devorar as histórias. Nessa época tive a sorte de receber excelentes exemplares, com grandes histórias e que guardo com muito carinho.

Como só iniciei efetivamente minha coleção de quadrinhos da DC em 1991, tudo que tenho anterior a esse ano foi arduamente garimpado em sebos. Destaca-se aqui a série da Liga da Justiça Internacional, que me pegou sem querer. Explico: quando iniciei a coleção, comprava apenas revistas do Batman e algumas que pudessem conter histórias do morcegão. Eu não tinha muito interesse na Liga, pra ser sincero. Gostava da densidade das histórias que o Batman protagonizava. Mas uma vez estava na casa de praia que possuíamos em 1992 e não havia nada pra fazer, pois praia e chuva, ainda mais no Paraná, é sinônimo de tédio.

Foi então que passei numa revistaria bem chulé que tinha perto de casa e comprei uma edição da SuperPowers, com a Liga da Justiça Antártida na capa. Na falta de coisa melhor, levei essa edição e me surpreendi. Até então achava que quadrinhos de heróis eram coisas mais voltadas para mistérios e aventura, não para o humor. Daí em diante foi um sufoco para conseguir reunir todo o material publicado pela Abril com a Liga. Mas valeu a pena. Difícil encontrar atualmente uma revista como aquela, que colocava um ou outro medalhão da DC no grupo mais aloprado possível. E como os desenhos de Kevin Maguire complementavam magistralmente as histórias de J. M. DeMatteis e Keith Giffen! Infelizmente não dá pra segurar a peteca com esse estilo humor-aventura por muito tempo e a fase cômica da Liga foi muito boa enquanto durou.

Mas, uma vez que eu comprava tudo que tivesse relação com Batman na capa, também entrei em contato com a revista dos Novos Titãs, afinal foram em suas páginas que as histórias da chegada de Tim Drake aconteceram. Por um tempo acompanhei a revista, mas eles me perderam quando após o evento Zero Hora (pra lá de equivocado, diga-se de passagem). Nesse embalo acabei comprando também uma ou outra DC2000, que estava meio capenga e havia uma grande flutuação na qualidade das histórias do mix da revista.

As edições do Super-Homem que tenho foram compradas porque ali havia correlações com algumas histórias da LJI e também porque foi no início da década de 90 que o Azulão bateu com as dez. Comprei toda a saga da Morte e Ressurreição do escoteirinho e algumas coisinhas mais. Inclusive cheguei a assinar o pacote da DC que a Abril tinha, em 1997. Foi bem a época de Zero Hora, com aquela tentativa medonha de colocar o UDC nos trilhos para o terceiro milênio. Pouco se salva dessa época. Tanto que não pensei duas vezes e doei todo o material desse período para a Gibiteca de Curitiba. Fiquei apenas com algumas revistas de maior vulto ou que tivessem importância sentimental. Nesse bolo estão a Queda do Morcego, que pode não ser um primor de narrativa, mas tem sua importância em minha vida porque eu comprava as revistas com o dinheiro do meu primeiro emprego.

Mas agora estou sendo obrigado a reavaliar o que fica e o que vai embora. Não me parece justo possuir essas revistas, ainda que nada ou muito pouco do que elas contenham tenha sido abandonado após a mega-saga da DC Crise Infinita. De que adianta ter a edição especial com a origem do Super-Homem (aliás, Superman) contada pelo John Byrne se a atual cronologia do cara jogou muito daquilo no lixo? Talvez as revistas que tenho sirvam para explicar muito do que acontece na atual cronologia da editora, mas a série Armageddon 2001 não contribui muito para isso. Que falar então de Milênio ou de Invasão? Alguém aí lembra dessas sagas? Pois é... Talvez Lendas ainda tenha alguma relevância, mas só os leitores assíduos poderiam me responder a essa questão, pois abandonei há um bom tempo as revistas da DC. Um pouco pela nova direção que preciso dar ao meu dinheiro, um pouco porque não estavam acontecendo muitos eventos que despertassem meu interesse. Uma ou outra coisa do Geoff Johns e olha lá...

Ainda no meio de tudo isso tem algumas edições da Heavy Metal, que era caríssima pra época (R$5,00 em 1995 era uma fortuna), mas que eu comprava porque queria tentar expandir minha leitura para além do mundinho dos super-heróis e saber o que mais era feito em quadrinhos por aí. Dá pra dizer que tinha muita coisa boa, e não falo só de Druuna, se é que vocês me entendem.

Hoje passo os olhos por essas revistas e penso “nossa, já faz tudo isso de tempo?” Pois é. Faz. E agora preciso decidir se dôo esse material de quadrinhos para a gibiteca e vendo o resto para sebos, se vendo tudo para sebos, se mantenho tudo... Oh, dúvida cruel. Como dinheiro sempre é bom, provavelmente vou passar boa parte desse material nos cobres, mas antes disso coloco aqui o que vai ser vendido. Quem sabe não aparece um colecionador maluco que me pague uma pequena fortuna pelo material que possuo?

PS: Sobre as revistas que não incluem quadrinhos (VIP, Playboy) ainda deve rolar um post...

quinta-feira, 7 de maio de 2009



Engraçado que não se viu (e nem se vê, no caso das atuais notícias sobra o Congresso) essa mesma indignação nos apresentadores de telejornais em nível nacional. Vá lá um Alexandre Garcia no Bom Dia Brasil ou outros comentaristas em programas que o povão não assiste, infelizmente...

Ainda assim, vale a pena dar os parabéns àqueles jornalistas que não se incomodam em falar o que os cidadãos politicamente educados desse país têm engasgado na garganta. Obrigado, Luiz Carlos Prates, por ter dado vazão aos sentimentos de muitos brasileiros.

segunda-feira, 4 de maio de 2009

Pára de procurar chifre em cabeça de cavalo e vá viver tua vida.

Existem assuntos que são como merda: quanto mais mexemos, mais fede. Mesmo assim faz-se necessária alguma menção, vez ou outra. Inimigos, por exemplo. Dependendo da categoria de inimigo, é melhor deixar a pessoa quieta no seu canto, pois além de ser alguém que te incomoda, não sabe jogar limpo.
Inimigos com honra e que sabem os limites da boa batalha são os que menos existem, afinal eles respeitam nossa inteligência e, ainda que seus pontos de vista sejam opostos aos nossos, sempre há a possibilidade de uma convivência relativamente harmoniosa.
Porém, o mais comum é aquele inimigo que não sabe seus próprios limites, é arrogante e acredita ser o dono pleno da verdade. Esse tipo de inimigo, além de desleal, não se incomoda em trazer para o entrevero pessoas próximas e que nada tem a ver com as diferenças entre ele e seu oponente. É aquele que usa os meios mais baixos para atingir o adversário.
Confesso que esses são os mais prazerosos de derrotar, fazê-los sofrer revés. E dependendo do revés, a única coisa a ser lamentada é não poder ver a cara do imbecil, que sai do campo de batalha com o rabinho entre as pernas e volta pra terra natal ou o bueiro de onde saiu buscando refúgio. Pode acontecer do próprio tempo (ou seria o destino?) se encarregar de dar o troco nele quando você teve que se retirar da contenda para não perder a guerra, ainda que isso tire um pouco a graça da brincadeira, principalmente se você estivesse desenvolvendo algum plano de longo prazo e inteligente para colocá-lo no devido lugar: o lixo.
Pra esse tipo de pessoa não faz falta um enxada, como diriam os antigos. Fez falta um núcleo familiar decente, com pais que tivessem dado educação e amor na infância, mostrado a necessidade de limites e fornecido as bases sólidas para a construção de uma pessoa de caráter. Na ausência disso, aconteceu o pior: a pessoa cresceu sem um exemplo digno de ser seguido, envolveu-se com amigos falsos, caiu no mundo das drogas, precisou entrar em centros de reabilitação... Tudo isso porque tem a cabeça fraca. Por toda essa falta de estrutura durante o seu período de formação esse tipo de pessoa poderia fazer um favor ao mundo e não se reproduzir. Mas, se assim o fizer, que ao menos tenha discernimento suficiente para não cometer com sua prole os erros cometidos por seus pais. Que ensine aos filhos que não há como passar pela vida sem inimigos, mas que esses inimigos precisam ser respeitados, pois devem ser encarados como pessoas que nos fazem crescer. Não fosse isso verdade, o provérbio “A força de nossos inimigos determina nossa grandeza” seria inócuo.

segunda-feira, 27 de abril de 2009

Sacodindo a poeira

Obrigado a você, prezado(a) internauta que, mesmo por engano, acaba esbarrando por aqui e perde alguns instantes de sua navegação para ler o que escrevo. É bem verdade que há um bom tempo não atualizo o Buraco.

Os motivos são diversos, mas o principal deles é a total falta de paciência para escrever sobre assuntos que acredito serem relevantes o suficiente para serem comentados por aqui.

Acredito que isso seja fruto da raiva que venho sentindo por viver num país onde conversar sobre política é algo que boa parte da população evita. Isso posto, paro por aqui qualquer divagação sobre o atual cenário.

Reparei que na internet menos é mais. Explico: quanto menos palavrinhas pro internauta ler, mais acessado determinado blog é. Não foi à toa que o tal do Twitter virou moda. Se junto com um texto mirrado puder vir um vídeo ou desenhinho engraçado, que você possa encaminhar ou recomendar para os amigos, melhor.

Dessa forma o que se vê é a ultra valorização do raso. Quem, salvo raríssimas exceções, as quais não encontro nenhum no momento para mencionar, consegue ser claro em três linhas de texto?

Os nichos de interessados em realmente debater assuntos diversos, mas de efetivo interesse coletivo, estão cada vez mais dispersos. E os heróis que se agrupam nesses nichos estão ficando sob uma imagem de velhos rançosos, que se acham mais inteligentes ou elitizados que a maioria da população internética.

Será?

Se eu estiver errado, gostaria de receber exemplos de blogs e sites populares na internet que fujam do padrão citado acima, onde o importante são as idéias e não os videos e imagens divertidos, ainda que eles também sejam interessantes, pois seriedade demais é algo chato, sim.

domingo, 8 de março de 2009

Watchmen - O Filme

Vou esperar sair em DVD. Nada do que vi até o momento instiga uma ida ao cinema para assistir a mais uma obra do Moore ser mal adaptada - por mais que os baba-ovo do Omelete tenham dado nota máxima, fato que se deve provavelmente porque eles foram os únicos da imprensa nacional que tiveram a oportunidade de fazer a cobertura completa de toda a filmagem. Dá pra sentir de longe o cheiro de crítica chapa-branca deles se compararmos com outros blogs nerds independentes.

A cena que eu vi e me fez perder totalmente a vontade de assistir a essa bagaça foi aquela da invasão da prisão pela Spectral e o Coruja... Pelo amor dos meus filhinhos que ainda hão de nascer! Aquela cena começa de forma imbecil, com aquela pose sem noção da Spectral depois que pula da nave do Coruja e fica pior ainda com o desenrolar da luta dentro da prisão. Não sou tão fanático assim pela HQ, mas essa cena mostrou quanta merda pode ser feita em um filme desses.

A bem da verdade, atualmente não existe nenhum filme que me faça sair de casa para pagar a pequena fortuna cobrada para adentrar um cinema. Estou aguardando o IMax chegar aqui em Curitiba pra ver se mudo de opinião.

quarta-feira, 4 de março de 2009

Sobre a situação no Senado

Depois de assistir ao discurso do senador Jarbas Vasconcelos na tribuna do Senado, fiz o que achava correto: expressar meu apoio, da maneira que fosse viável. Enviei a seguinte mensagem para o e-mail do senador (jarbas.vasconcelos@senador.gov.br):

"Prezado Senador

Venho por meio deste expressar o total apoio à sua atitude. Sinto-me envergonhado pela atual postura do Congresso Nacional, pela sua servidão ao Poder Executivo, pelo esquecimento de seu papel fundamental, que é representar o povo brasileiro e os estados da Federação.

Peço veementemente que o senhor e aqueles que o apóiam não se deixem sufocar pelos maus políticos, pelos corruptos que apenas buscam seus interesses pessoais. Peço também que continuem, o senhor e seus colegas, a expor ao povo brasileiro as barbáries cometidas contra o bem e o patrimônio público, busquem levar a população brasileira a expressar sua indignação através de manifestações de repúdio contra tudo que acontece dentro do Congresso e que vai contra a ética e o respeito ao nosso país. Somente a pressão popular sobre o Congresso trará a dignidade que essa casa necessita.

Muito obrigado pela sua atuação, pela consideração e pelo empenho em tirar da lama o nosso Congresso Nacional.

Engenheiro Agrônomo Rodrigo Bertuol

Curitiba/PR"

Como era de se esperar, recebi resposta, ainda que não tenha sido escrita de próprio punho pelo senador:

"Agradeço sua generosa manifestação de apoio ao meu posicionamento expresso na entrevista que concedi à Veja, que, além de retratar minha profunda indignação com as atuais práticas políticas em nosso país, é uma forma de provocar a sociedade a abandonar a passividade com que absorve os mais variados escândalos de corrupção. Apesar de os escândalos terem se tornado corriqueiros, por contar com o estímulo do Presidente da República, jamais devem ser banalizados pelas pessoas de bem.

Não é este o Brasil que eu desejava construir na democracia, quando fui às ruas e tribunas pelo País afora para lutar contra a ditadura militar.

Fico feliz em saber que a entrevista cumpriu o papel de instigar o debate na sociedade sobre o quadro nefasto de corrupção que enfrentamos na administração pública e no Congresso Nacional. Resta agora o empenho de todos para que este assunto não caia no esquecimento.

Sua mensagem é um incentivo para que se renove a confiança de que algum dia possamos ter o mínimo de dignidade em nosso País. Saber que não estou sozinho nesta caminhada é gratificante. Mais uma vez, minha gratidão à sua solidariedade.

Jarbas Vasconcelos"

Acredito piamente que se todos os brasileiros demonstrassem apoio aos congressistas e repúdio aos políticos corruptos, o cenário atual seria diferente. E você, o que tem feito para exercer sua cidadania e buscar um país mais justo?

segunda-feira, 2 de março de 2009

Liga da Justiça: A Nova Fronteira


Estávamos eu e minha esposa passeando pela Feirinha do Largo da Ordem, em pleno domingo de Carnaval, quando adentramos em um sebo, movidos pela vontade de encontrar algum bom CD perdido no meio de tantos enjeitados. Eis que, ao passarmos pela seção de DVDs, encontro um exemplar novinho em folha do desenho baseado no mais recente clássico da DC. Não pensei duas vezes, comprei na hora, pela metade do preço médio que se cobra pelo exemplar novo.

Fui assistir apenas ontem, ansioso pelo resultado final de um trabalho que me deixou com água na boca quando assistia aos trailers da animação aqui pela internet. Se for para se basear na avaliação dada pelos clientes do Submarino, a compra teria sido por si fantástica.

Vou dizer que a decepção foi grande. Expremeram toda a trama em apenas 74 minutos. Isso mesmo! 74 minutos!!!

O mínimo que eu esperava era algo em torno de 100 minutos, afinal a riqueza da história de Darwin Cooke precisava de um período relativamente longo para que houvesse um melhor aproveitamento da trama. O resultado que fica é uma corrida caça-níqueis baseada em uma grande HQ, mastigadinha pra crianças de 5 anos entenderem que um monstro muito mau surgiu pra ser combatido pelos heróis.

Raso como poça d'água, sem graça como piada velha. Se eu soubesse que o sebo iria me devolver os R$ 15,00 que paguei pelo DVD, sem dúvida faria negócio. Suas únicas qualidades são a animação e a boa escolha dos atores que realizaram a dublagem. Fora isso, o desenho tá cheio de personagens que, apesar de relevantes para a história, apenas os fãs mais antigos saberão quem são (além daqueles que leram a história). Chato, chato, chato... Os Desafiadores do Desconhecido não são mencionados, os Perdedores não são mencionados, as subtramas não são aproveitadas. Enfim, é tudo aquilo que os fãs de Watchmen tem medo sobre o vindouro filme do "visionário" diretor Zack Snyder.

Uma pena, pois além dos trailers interessantíssimos, a arte da capa do DVD remete a uma grande história, algo que de fato A Nova Fronteira é, mas extremamente mal aproveitada pela equipe de criação do DVD.

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009

Quando o Estado mostra-se incapaz de defender o cidadão, quem sempre se beneficia são os criminosos, cuja impunidade só faz crescer a criminalidade. Todos sabemos disso.

Existem situações onde deixar o criminoso sair sem punição é compreensível, mas não consigo entender a posição da família do calouro que recebeu ameaças pela internet após ter sido vítima de trote violento em São Paulo, no município de Leme. Sabe-se quem são os veteranos criminosos, sabe-se qual o crime cometido, porque então não levar até o fim o processo e deixar que a justiça seja feita? Qual a razão para deixar esse tipo de aluno se formar? Quem são os poderosos que estão ameaçando esse calouro, pois quem não tem costas quentes não sairia ameaçando uma pessoa dessa maneira.

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009

Mais uma no país da piada pronta: Sarney se compara a Winston Churchill e John Kennedy em sua carta resposta enviada à publicação inglesa The Economist, que avaliou como retrocesso sua eleição para a presidência do Senado.

É muita cara de pau, mesmo. Com seu atual rastro político o excelentíssimo senador quer ficar para a história como alguém do mesmo nível que as personalidades por ele citadas?

Acorda, Sarney...

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009

Jarbas Vasconcelos

Não vai afetar a vida do país, mas quero deixar aqui registrado meu apoio ao senador pela sua entrevista à revista Veja. Como poucos ainda dignos do mandato que exercem, as declarações que colocam em xeque seu próprio partido e o atual governo mostram que apesar de a corrupção ser regra, precisamos apoiar aqueles que realmente querem fazer da política um caminho para a viabilização de nosso país.

terça-feira, 3 de fevereiro de 2009

Pelo tom da última postagem, deu pra notar que ando mais azedo que o habitual. Isso tudo é reflexo das notícias que chegam todos os dias pelos jornais. E como não é possível ficar alienado de tudo, é melhor saber o que acontece ao nosso redor, quer seja para se preparar para o pior, quer seja para celebrar o melhor.

Infelizmente o pior tem sido abordado com maior frequência, principalmente aqui na minha terra, o Paraná. Vocês devem ter visto o crime horrendo cometido contra dois jovens no litoral do estado. Mas a situação aqui vai além do que as páginas policiais mostram. Não bastasse o Congresso Nacional ser uma casa sem credibilidade nenhuma perante a população do país, a Assembléia Legislativa do Paraná caminha para o mesmo fosso. Os deputados daqui não têm tempo para aprovar projetos de interesse da população, mas conseguiram, no apagar das luzes do ano legislativo de 2008, aprovar sua aposentadoria especial, a qual foi encaminhada para o governador, que afirmou que devolverá o texto à Assembléia. O presidente da Assembléia afirmou, com uma indescritível cara-de-pau, que não vê problema nenhum em aprovar o documento que será devolvido pelo governador.

Pra piorar, estamos entregues às mãos ávidas por poder do PMDB em âmbito nacional. Só Deus sabe o que vai acontecer daqui pra frente naquela casa sob o comando de Sarney e cia. Só o fato do sr. Renan Calheiros ser um dos articuladores do novo presidente do Senado é o suficiente para causar calafrios aos mais éticos (eles ainda existem no Congresso?).

Outras coisas que assombram são notícias como a de um ex-morador de rua que perdeu sua vaga no curso de Matemática na UFRGS por causa da burocracia. Nessas horas não dá pra deixar de perguntar se isso teria acontecido com o filho de algum figurão da política local...

É por essas e outras que fico puto. Mas isso tudo entre outras coisas não será motivo pra baixar a cabeça. Nessas horas a gente precisa manter o foco e lutar por aquilo que acredita. Que Deus nos dê forças para atravessar esse período conturbado e, após passado o pior, conseguir fazer com que as coisas se mantenham o máximo possível num nível aceitável. Sonhar ainda não custa nada.
E como mau humor em excesso é prejudicial à saúde, andei modificando algumas coisas no layout geral desse troço que chamo de blog e adicionei um na lista "Leia também" que é muito bom, até que se esgotem as piadas: Obama On Drugs. Se Obama é coqueluche, esse blog não será diferente.

domingo, 1 de fevereiro de 2009

Nós, os hipócritas

Segundo pesquisas, 1 em 3 brasileiros se preocupa com a questão do aquecimento global e mudou algum hábito cotidiano visando diminuir seu impacto no planeta. Mentira. Ou melhor, meia verdade. Ninguém está efetivamente fazendo muita coisa, está todo mundo esperando que a ciência e a tecnologia apareçam um belo dia com a solução pronta a ponto de ninguém precisar fazer esforços ou sacrifícios.

Pois bem, os raríssimos exemplares da espécie humana que talvez estejam preocupados de verdade com o futuro dessa Terra esquecida por Deus colocaram no ar um vídeo deveras interessante:

http://www.unichem.com.br/videos.php

Assista e crie/amplie sua consciência ambiental.

[OFF TOPIC]

O Curioso Caso de Benjamin Button é uma boa pedida pra quem quer assistir a uma história interessante, simples, mas que esconde muito para se pensar nas entrelinhas.

segunda-feira, 19 de janeiro de 2009

100º Post



Não é à toa que existe um abismo entre a Polícia Federal e as Polícias Civis.

domingo, 18 de janeiro de 2009

Pensar ou não pensar, eis a questão

Um texto antigo, que recebi muito antes de colocar no ar está bombando graças a um tópico em comunidade do Orkut dedicada à Legião Urbana. Curiosamente esse comportamento eu esperava quando efetivamente publiquei o dito, mas só agora "descobriram" que existe essa análise de Eduardo e Mônica em algum lugar na internet.

Se tem uma coisa que eu sempre quis com um blog foi causar discussão sobre os temas escolhidos como base para textos. Sinto que há um enorme espaço a ser preenchido nas cabeças de muita gente que simplesmente aceita o comportamento de manada e não se preocupa em analisar o mundo à sua volta. Essa sensação em grande parte existe porque eu mesmo, muitas vezes, agi de acordo com esse tipo de comportamento e ainda me pego aceitando algumas coisas rápido demais.

Admito ser uma pessoa que algumas vezes necessita de alguém cujo comportamento questionador esteja presente, para me alertar dos perigos que determinados textos, livros, reportagens etc. implicam se forem aceitas apenas em sua primeira versão. Fazendo isso está sendo dado o primeiro passo para o radicalismo idiota (como todo radicalismo, afinal). Somente depois de analisar os lados mais diversos de uma questão podemos tomar partido e defender um ponto de vista, ainda que essa defesa possa causar indignação naqueles contrários à opinião expressa.

Mas não é isso que põe o ser humano no caminho da evolução? Não foi o fato de existir mais de uma forma de analisar o que acontece à nossa volta que levou à criação e/ou queda de sistemas de governo, teorias científicas e obras de arte que nos mostraram quanto somos capazes de criar?

Muitas vezes essa defesa de um ponto de vista também nos levou para a beira do abismo, com assassinatos, guerras e horrores cometidos em nome de uma causa nem sempre nobre, mas se essas coisas ruins aconteceram foram para alertar aqueles que possuem uma visão mais otimista sobre o mundo que é necessário estar sempre alerta, sempre questionando onde tais idéias podem nos levar.

Engraçado como um texto cômico pode também nos levar a pensamentos mais profundos. Afinal o humor também é importante quando nos leva a analisar o quanto somos patéticos frente a algumas situações sérias e o quanto de ironia e comédia pode também existir em tragédias. Ou seja, tão importante quanto os textos sérios, há de se saber onde um texto bem humorado pode ou quer nos levar.

O simples fato de ler sem buscar o que realmente há por trás daquilo que foi escrito é uma escolha daquele que tem preguiça de pensar, o que é uma pena, mas no mundo de hoje, com cada vez mais informações chegando em nosso dia-a-dia, quanto mais mastigadinho o conhecimento vier, aparentemente é melhor. Alienar-se virou uma boa opção para boa parte da população e o que vemos com esse comportamento está estampado nos noticiários: a ignorância vem vencendo a civilização.

Nesses momentos heróis e grandes personagens da História são criados. Estamos em plena era de transformações que ditarão muito do que viveremos nas próximas décadas. Sorte(?) daqueles que viverem o suficiente para saber aonde esses acontecimentos todos nos levarão.

quinta-feira, 15 de janeiro de 2009

Iniciando a caminhada

2009 já está mostrando a que veio e justamente por isso esse ano promete. Promete ser trabalhoso, com desafios a rodo e quem não estiver pronto pra briga vai penar pra chegar à outra margem do rio. Mas lá em dezembro a gente olhará pra trás e verá que muita coisa boa rolou. Deixemos o tempo seguir seu rumo e vamos tocar o barco.

Se pra muita gente 2009 pode vir a ser um ano pesado, 2008 vai deixar saudade em vários aspectos. Foi um excelente ano em termos de cinema nerd, houve muita coisa bacana rolando nas séries de TV (House continua sendo o que há de melhor). Nos quadrinhos não me meto a falar, pois estou afastado dessa mídia há mais tempo do que gostaria.

Mas não fiquei alheio. Sei muito bem da quizumba que o Morrison anda aprontando na vida do Batman e espero ser surpreendido positivamente depois que toda essa zona acabar. Mas segundo fontes fidedignas, essas mega-sagas da DC estão cada vez mais exigindo um conhecimento enciclopédico sobre o UDC. E isso não aumenta a quantidade de fãs, pois hoje em dia a molecada mal tem paciência pra escrever direito, o que dizer de pesquisar em revistas de 20 anos atrás detalhes para compreender sagas que se passam hoje. A impressão que fica é de que a DC vai acabar sendo tragada pela sua própria mitologia.

Se nos quadrinhos os tiros no pé são corriqueiros na casa do Superman, ao menos no cinema eles mostraram uma das melhores direções a ser seguida. Levar um personagem de HQ à sério, respeitando sua história e aproveitando aquilo que há de melhor em sua mitologia fez de Cavaleiro das Trevas uma unanimidade em se tratando de filmes baseados em quadrinhos. Não vou chover no molhado falando sobre as qualidades e os poucos defeitos do filme. O que esse filme fez foi aumentar ainda mais a pressão sobre Watchmen. Por mais competente que o Snyder tenha se mostrado em 300 e por mais água na boca que os trailers de Watchmen traga, ainda há de se ficar com o pé atrás. Trailers competentes ajudaram a esconder verdadeiras bombas no passado.

Em terras nacionais, a imprensa musical parece que resolveu elevar a uma condição que ainda não consegui identificar corretamente uma guria de 16 anos, que não me parece ter nadinha na cabeça. Ao menos é essa a impressão (nadinha na cabeça) que se tem quando a gente vê entrevistas com a fedelha. Isso que dá namorar membro dos Loser Manos (ou coisa que o valha): fama desmerecida. Mas poderia ser pior. Ela poderia ser famosa apenas por ser herdeira multimilionária de alguma família ou resolver zanzar pelas ruas mostrando a perereca depois de baladas regadas a drogas e bebidas... Ou então ter seu primeiro CD elogiado por ser cria de alguma grande diva falecida da MPB, como aconteceu anos atrás, e não passar de uma chata. Mas as possibilidades disso são grandes: lembre-se que ela namora um membro da banda mais (sem pé nem) cabeça do rock nacional da década. Felizmente eles só vão se encontrar pra tocar nos shows, sem previsão de voltar com a banda. Benza Deus que assim seja.

Pra que você tenha uma leve noção do que estou falando (sobre a menina, não sobre a banda) tem um vídeo rolando no YouTube da participação dela no Altas Horas. Constrangedor. Procure e confira, pois dessa vez não estou a fim de bancar guia turístico cibernético de ninguém. Aliás, nem tive paciência de visitar a página da moça no MySpace. Mas isso é culpa da falta do que falar que ela expressa nas poucas (duas na verdade) entrevistas que tentei assistir. Pode até ser que nas suas composições exista algo merecedor de atenção. Se você me convencer sobre essa possibilidade, talvez eu dê uma chance à pirralha.

Mas quem sou eu pra julgar, se muitas vezes minha verborragia blogueira passou longe de algo aproveitável, não é verdade?

No âmbito “política internacional” temos uma guerra entre povos que se julgam preferidos por Deus, mas que pelas suas atuais ações não passam de escória, pois terra nenhuma vale tamanho derramamento de sangue. Até porque se realmente houvesse essa história de Terra Prometida, Deus teria feito o mundo bem menor. E não teria mandado a famosa frase “Crescei e multiplicai-vos”. Mas eles que são terroristas que se entendam (sim, Israel é tão terrorista quanto o Hamas em diversos aspectos).

E eu estou ansioso pra ver o que o primeiro presidente negro dos EUA vai fazer em seu primeiro ano de mandato. Além de pegar um pepino grosso, juntamente com um abacaxi daqueles pra descascar, há ainda a pressão de ter que ser aquilo que todo norte-americano espera de seu presidente. Ou seja, o cara sifu (usando as palavras do nosso amantíssimo comandante-em-chefe). Mas de repente o Sr. “Yes, We Can” mostra serviço, coloca a locomotiva mundial nos trilhos (que sejam verdes!) e o mundo volta a ser um lugar onde as pessoas apresentem mais otimismo. Do contrário o último que sair nem precisará se preocupar em apagar a luz...

Ou então a humanidade acorda, percebe que viver preocupada com a economia norte-americana é furada e cria por si novos mecanismos para que haja o tão almejado desenvolvimento sustentável mundial. Eu aposto mais nessa opção, apesar de perceber que tem muito mais gente preferindo que os americanos salvem o dia novamente.

No mais, o meu negócio é estudar as reformas da “noça língoa portugueza”, manter a fé de que Deus é brasileiro, tomar a prancha pra surfar na “marolinha” da crise (Lula é gênio. Gênio!!!) e aguardar o Imax de Curitiba – porque o de São Paulo saiu antes.

quarta-feira, 31 de dezembro de 2008

Estômago


Eis aqui minha primeira vez no cinema. Tá, não apareço nem como personagem de mínima expressão, fui apenas figurante, mas serviu de experiência. Pude notar que fazer cinema, pra quem prefere resultados no curto prazo, é chato. E trabalhoso pra cacete (as filmagens foram realizadas há dois anos), para toda a equipe. Mas dá pra entender muito bem a razão que leva alguns atores a pirar depois de determinados papéis.

Como nunca se fecha uma cena em apenas um dia de filmagem, o ator precisa encontrar meios de permanecer com a essência do personagem sempre ativa até o próximo dia de trabalho. Isso implica em mergulhar profundamente no universo daquele ser que está sendo interpretado. Bom, se eu fosse ator (e acredito que os bons atores assim o façam) iria me tornar meu personagem até o último take do filme.

A parte técnica então é tão ou mais trabalhosa do que a imersão do ator em seu personagem. Cada detalhe em cena é meticulosamente analisado, pois numa tela de cinema qualquer pequena falha se torna gigante. Um exemplo: a cena na qual faço figuração se passa em um boteco pé-sujo. Porém a locação desse boteco era um bar real, que havia sido recém reformado. De tal forma, foi preciso maquiar o lugar para que parecesse sujo e velho. Cada figurante foi avisado para não esbarrar nas paredes azulejadas, pois a mesma havia recebido uma camada de “maquiagem” para dar a impressão de que estava engordurada. E toda vez que um cabeça de vento cometia o deslize de encostar na parede tinha que parar tudo e refazer a cena.

A cena em questão dura pouco mais de cinco minutos, mas levou-se mais de 5 horas para ser filmada. Pra piorar tinha gente da equipe do filme que se achava estrela de primeira grandeza e volta e meia tinha chiliquinhos. E em quem esse pessoal descontava a frustração? Nos figurantes, claro.

Mas apesar de não recebido um tostão pela participação como figurante (nem um mísero ingresso de cinema para assistir ao filme) fiz questão de alugá-lo agora que saiu em DVD e pude ver que o trabalho todo ficou muito bom. Aliás, o filme está bombando em diversos festivais mundo afora. Isso porque a história é simples, por vezes até clichê, mas muito bem contada.

Raimundo Nonato (clichê) sai do nordeste para o sudeste (clichê) para tentar vida nova (clichê). Chegando na cidade grande Raimundo precisa se virar para conseguir comida e abrigo.
Consegue isso trabalhando num boteco de quinta categoria, onde mostra possuir mão para a cozinha, pois consegue aumentar a freguesia do local devido ao sucesso de suas coxinhas. É nesse ambiente que ele conhece Íria, uma prostituta e se envolve com a mesma; e também conhece um dono de restaurante que, acreditando em seu potencial como cozinheiro, o convida para trabalhar consigo.
Só que a história não é linear. Começa com Raimundo Nonato chegando à prisão. Esse é o mote do filme: descobrir o que o pacato personagem fez para estar naquele ambiente, onde faz uso de suas habilidades culinárias para conseguir respeito e sobreviver.

E nas idas e vindas entre a rotina do presídio e o dia-a-dia de Nonato até sua condenação vemos muitas situações divertidas, sem esquecer que esse é um filme brasileiro, ou seja, tem lá sua dose de putaria e palavrões.

O saldo final de Estômago é um filme interessante, com um bom elenco e tecnicamente bem feito e isso você encontra na maioria dos blogs sobre o filme. Particularmente eu tinha uma razão pessoal para ver Estômago, mas depois de assistí-lo, percebi que realmente é um ótimo filme. Recomendo e aproveito para revelar que a maioria das locações são em Curitiba, quem é daqui identifica fácil alguns pontos da cidade no filme. :P

terça-feira, 30 de dezembro de 2008

Novo Layout

2008 indo pra vala, mas ainda há um espacinho aqui para novidades. Eu sempre soube que o antigo banner era exagerado, mas era uma característica que tinha um propósito: deixar o visitante curioso sobre o que havia logo abaixo.

Como não atualizo esse blog com a freqüência necessária para criar essa curiosidade, aceitei a sugestão de The Batman e mudei (aliás, ele criou) o novo banner.

Ainda pode ser que role uma postagem fazendo a retrospectiva de 2008, mas isso fica pra mais tarde.

Adieu!

segunda-feira, 8 de dezembro de 2008

Chegaram!!!

Meu natal começou mais cedo esse ano. Hoje chegaram dois DVDs, presentes dados pela minha (mais que) perfeita esposa.





Sim! O melhor filme nacional dos últimos tempos, em sua versão original, porque pirataria é crime e eu não colaboro com essa prática. Mas o melhor vem a seguir...


Exato, pequeno gafanhoto!!! O melhor filme inspirado em quadrinhos de todos os tempos!!! Com uma camiseta e, apesar de não aparecer na imagem, uma caneca. E o DVD é duplo!!!

Não fiquem com inveja, afinal nem todo mundo tem a sorte de ser casado com uma mulher como a minha... Mas vocês podem continuar pedindo pra Santo Antônio uma parecida.

quarta-feira, 26 de novembro de 2008

Mais uma no país dos absurdos

A absolvição do "promotor" Thales Schoedl se firma como mais um capítulo esdrúxulo na história judicial do país. Os argumentos alegados para a definição são, no mínimo, ridículos. Quem, em sã consciência,parte pra cima de um cara que já deu dois disparos de alerta?

Leiam a reportagem da Globo.com e tirem suas próprias conclusões. Da minha parte, sinto vontade de encher isso aqui de palavras de baixo calão, mas manda o bom senso que eu seja comedido nesse sentido. Afinal, esse povo ligado ao Direito se julga acima do bem e do mal e sai processando quem estiver incomodando, com razão ou não.

Será que seria unanimidade se o sujeito fosse um pé-rapado qualquer? Será que comprariam a idéia de legítima defesa se fosse um operário da construção civil?

Vergonha de ser brasileiro.